Não pode ser meu discípulo

O Senhor Jesus disse: ““Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo” Lucas 14.26.

Como isso parece na prática? Uma vez, a família de Jesus veio enquanto estava ensinado. Mandaram chamá-lo para sair. Ele recusou. Recusou a própria mãe! E disse: Continue lendo “Não pode ser meu discípulo”

Desafios e conforto

Ontem, recebemos a visita de Ricardo, Marília e Mateus, de Taubaté, depois de receberem email meu sobre alguns desafios que estamos enfrentando. Foi um conforto e incentivo sua presença aqui em casa.

Não há substituto para o amor fraternal. Pegando frase emprestada da área econômica, não existe bem sucedâneo que serve a mesma função da verdadeira família de Deus. Imitações há de monte, como os famosos amigos do bar da esquina, ou associações de cunho social ou religioso.

Além do interesse financeiro, muitas destas investem na concentração e extensão do poder. Nelas, há amor por outras coisas, e não o amor de Deus e o amor ao próximo. Fala-se nestes, mas falta a prática.

No corpo de Cristo no Urbanova, nosso alvo é bem resumido pelo apóstolo Paulo em Efésios 4.15: “seguindo a verdade em amor”. Procuramos praticar o desprendimento das coisas materiais, o desapego na vontade própria, a desambição por este mundo e suas estratégias.

Dedicamo-nos às palavras de Jesus quanto à auto-abnegação ou, melhor, à auto-crucificação: Continue lendo “Desafios e conforto”

O amor ao próximo

Neste mês de janeiro estamos considerando, nas mensagens no Urbanova, aspectos do amor divino, para nos lançar bem no Ano do Amor.

No domingo, dia 8, consideraremos o tópico: “O amor ao próximo”, que Jesus estabeleceu como o segundo grande mandamento, Mateus 22.34-40.

Entre outros pontos, devemos pensar nestas verdades:

  • Qual é o maior bem que podemos fazer aos outros?
  • Como pode ser o amor ao próximo “perfeito” como é perfeito o amor de Deus, pois tal perfeição é mandamento dele?
  • Como evitar o orgulho ao servir ao próximo?
  • Como conciliar o nosso tempo e os recursos às necessidades alheias?

Venham participar conosco, no Urbanova, 19h30-20h45. Tel. 3949-1246.

A grande razão

A photo by Vlad Shapochnikov. unsplash.com/photos/A--cz3cxstIComeçando no domingo, dia 2/out, vamos nos dedicar durante algumas semanas, nas mensagens no Urbanova, ao tema: “A grande razão”.

As crianças pequenas aprendem logo a fazer a pergunta: “Por quê?” Mas os adultos também a fazem, e precisam fazer.

Quando se fala nas coisas da fé, é preciso fazer também a pergunta do porquê.

Amanhã nosso texto será 1 Timóteo 1.5: “A finalidade desta ordem é o amor que procede de um coração puro, de uma consciência limpa e de uma fé sem fingimento” (VFL).

O que permeia toda a série é o amor e o relacionamento com Deus — e, é claro, como entrar em relacionamento com ele e permanecer neste.

Venham participar conosco, a partir do dia 2/out, domingo, 19h30-20h45, no Urbanova. 3949-1246.

Conversão: uma troca de amores

Meu amigo texano, Mike Riley, escreveu sobre a conversão. No seu segundo ponto, disse que a conversão é uma mudança de afetos, ou amores:

Quando somos convertidos, verdadeiramente, a Cristo, trocamos nosso amor do pecado pelo amor a Deus. É nessa base que guardamos os seus mandamentos, João 14.15; 1 João 2.3. Demonstramos a conversão dos nossos afetos pelos nossos atos, Tiago 2.14-24; 1 João 3.15-18.

(Para o primeiro ponto de Mike, ver aqui.)

É isso mesmo. Jesus ensinou que não se pode amar dois senhores. No contexto dessa sua fala, no sermão do monte, ele se referia ao dinheiro:

Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.

E Tiago nos lembra da impossibilidade de sermos amigos de Deus e do mundo. “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus” Tiago 4.4.

Deus exige exclusividade no nosso amor. E como Mike lembrou bem, esse amor tem de ser demonstrado nos atos, e não somente da boca pra fora. Continue lendo “Conversão: uma troca de amores”

Como amar a Deus

De Élcio Márcio, Belo Horizonte MG

Se de fato amamos a Deus, ouviremos sua voz e obedeceremos sem hesitação sua vontade. O verdadeiro amor consiste em obedecer à vontade de Deus. E a sua vontade é amá-lo sobre todas as coisas e amarmos uns aos outros como Ele nos amou.

Amar é colocar em pratica o que aprendemos; é ser paciente, benigno, excluir o mal, é ser fiel, gentil e ter domínio sobre nossas ações.

“Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus, e todo aquele que ama o Pai ama também ao que dele é nascido. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque nisto consiste o amor a Deus: obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são penosos” 1 João 5.1-3.

Frases: Jesus decepciona

Jesus decepciona a pessoa que lhe vem com expectativas fora da vontade de Deus. João 6.60.

A obra do diabo é levantar barreira entre nós e Deus. Para isso, ele faz de tudo para ter sucesso. Mente toda hora sobre o Criador. A vitória sobre a tentação é resistir às suas mentiras.

“Deus nos ordena a adorá-lo, porque é para nosso benefício. Precisamos da adoração a fim de cumprir a nossa natureza como seres espirituais”. —J.S. Williams, Cristianismo original

A marca dos cristãos é Cristo. Todo o resto é … resto, supérfluo.

Sinal do amor é falar a verdade. Escondê-la raramente mostra o amor, mas acaba sendo uma forma da hipocrisia ou da falsidade. Efésios 4.15.

“Uma concepção defeituosa de Deus conduz a uma percepção errada de tudo relacionado a ele”. —Frank Chesser

Qual o nome da “nossa igreja”? Cristo. Qual a nossa doutrina? Cristo. Qual o nosso “negócio”? Cristo.