Portanto, o que vamos dizer? Será que devemos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus aumente ainda mais? Romanos 6.1 NTLH.
O Senhor Deus tratou de maneira definitiva o problema do pecado. A sua graça trouxe ao mundo o Filho que deu a vida na cruz pelas transgressões da humanidade. Todos têm oportunidade de receber o perdão dos pecados por meio da imersão na água. Paulo usa este momento da imersão, comum a todos os convertidos, para afirmar que o ato mostra que o pecado não tem, e não pode ter, espaço mais na nossa vida em Cristo.
Paulo tinha sido acusado por judaizantes que estava tratando de forma leviana o pecado, ao rejeitar a justificação por obras de mérito. Esses judaizantes tornaram a lei de Moisés em sistema de ganhar a salvação. Paulo rejeitou esta abordagem à lei e mostrou que a “lei da Fé”, o evangelho, e somente ela, podia tornar o homem correto perante Deus, porque leva à obediência justificadora, Romanos 6.15-18.
Contudo, por toda parte os homens procuram tornar a graça de Deus em libertinagem, Judas 4. “Libertinagem” se refere à licensiosidade ou sensualidade, uma vida desenfreada, sem limites. Os homens não querem respeitar os limites de Deus. Querem criar seu próprio estilo de vida, seja esse imoral ou doutrinário, pois os dois são estritamente relacionados. Uma redefinição da graça (doutrina) permite uma vida imoral.
Exatamente por isso muitos correm para o outro extremo dos judaizantes e legalistas, para serem libertinos que adotam os costumes da sociedade ou das religiões ao redor. Em contraste, o povo de Cristo não se amolda aos padrões do mundo, Romanos 12.2.
Pai santo — dá-nos sabedoria para entender o plano maravilhoso da salvação em Cristo Jesus. Amém.
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