Apressaram-se em castigar o mal

Vocês tinham o tipo de tristeza que Deus queria que tivessem. Vejam agora o resultado dessa tristeza: Vocês se tornaram pessoas mais sérias, provaram que não tinham culpa, ficaram zangados, ficaram com medo e com saudades, se interessaram por mim e se apressaram em castigar o mal. Em tudo vocês provaram que estavam inocentes neste assunto.
2 Coríntios 7.11 VFL99

A versão acima desembrulha uma série de termos usados pelo apóstolo Paulo, extremamente compacta, para descrever a boa reação dos coríntios à sua carta severa. Esta carta causou tristeza, arrependimento e atitude, a qual não tinham manifestado antes. Com isso, o apóstolo ficou feliz.

O último termo da série é traduzido pelas versões mais literais como: “que punição!” (A21, BJ, TEB; ver NBP, SFL), “que vingança!” (TB10, IBB). Outras versões procuram explicar o sentido do termo: “desejo de ver a justiça feita” (NVI); “os prontificou a castigar o infrator!” (JBP); “resolveram castigar o culpado” (NTLH); “desejo de punir o culpado!” (NAA); “prontidão em punir a injustiça” (NVT).

Depois de receberem a carta severa, os coríntios “reagiram com solicitude, dissociando-se do agressor e punindo-o, demonstrando assim estarem totalmente do lado do apóstolo” (Barbaglio 413). E o apóstolo agia somente em favor da verdade, na defesa dela, 2 Coríntios 13.8 NVT. Não era questão pessoal, mas sim questão da verdade do evangelho e da santidade do povo de Cristo.

Nas congregações, é preciso sentir esta tristeza, este zelo, esta prontidão, pois, como em Corinto, falsos mestres promovem o pecado e a doutrina falsa. Sejamos nós “pessoas mais sérias”.

Pai santo, que tenhamos solicitude para zelar pela Boa Nova!

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