Hoje de manhã, li um devocional, que consulto com frequência, justamente sobre o texto que vimos ontem na mensagem, 1Timóteo 3.10-17, com título de “Âncora de reserva”. O autor disse:
“Não precisamos ficar deprimidos. Não importa o que aconteça, podemos contar absolutamente com Jesus e sua Palavra. Isso significa tanta coisa para nós porque ele nos disse como as coisas vão acontecer; caso contrário, estaríamos nos perguntando, talvez tomados pela pergunta, sobre as coisas más ao nosso redor e as provações de nossas próprias vidas. À medida que obedecemos a ele e confiamos, sem questionar, em sua Palavra prometida, conheceremos novamente o poder maravilhoso do Livro”. (Fonte: The Bent-Knee Time.)
Eu desconhecia o tipo de âncora mencionado no título do devocional. Perguntei a Leo, IA do navegador Brave, e recebi esta resposta:
“(…) é uma âncora grande e pesada usada como último recurso para garantir que um navio fique seguro em condições extremas ou emergências. Diferente das âncoras comuns, que são usadas para amarração rotineira, a âncora de reserva é guardada separadamente e só é usada quando há risco de as âncoras normais não segurarem o barco ou quando é necessária estabilidade adicional. O termo também é usado metaforicamente em português para descrever alguém ou algo que oferece suporte essencial ou estabilidade em uma crise — um ‘último recurso’ ou ‘amparo’”.
Um dicionário antigo que eu usava 40 anos atrás traduziu o termo em inglês: “sheet anchor”, como “âncora de salvação ou salvamento (também fig.), âncora de misericórdia”.
É isso que fazem as Sagradas Letras. Elas nos salvam e nas piores crises nos seguram pela misericórdia de Deus.
“Essa esperança é para nós âncora da alma, segura e firme, que entra no lugar interior, além do véu, onde Jesus entrou por nós, como precursor, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” Hebreus 6.19-20, A21.
Comente publicamente este artigo por meio deste formulário, ou envie email ao editor.
Assine o site gratuitamente: