O compromisso do cristão é designado como uma vocação. A chamada divina, Ef 4.1, vem por meio da palavra de Deus revelada nas Escrituras.
O irmão Wayne Jackson enumera alguns fatos sobre a vocação do cristão:
(1) Sua fonte é Deus, At 2.39; Hb 3.1;
(2) É caracterizada por uma atitude humilde, disposta a aprender, 1Co 1.26-29;
(3) A vocação sagrada ocorre através do evangelho, 2Ts 2.14;
(4) Seu propósito é para uma vida santa, digna, 1Co 1.2; Ef 4.1;
(5) Sua direção é para o alto, Fp 3.14;
(6) Sua esfera de operação é “em Cristo” Fp 3.14;
(7) A esperança última da vocação está em um único destino—o céu, Ef 4.4; Cl 1.5.
No seu comentário do livro de Judas, William Barclay mencionou três aspectos da nossa vocação:
(a) para convocar alguém a uma tarefa, a um dever e a uma responsabilidade no serviço de Cristo;
(b) para convocar a um banquete ou a uma festa, um convite a uma ocasião alegre, à alegria de ser o convidado de Deus;
(c) para convocar a julgamento, para chamar ao tribunal a fim de que preste contas de si mesmo. O cristão é, no final, convocado a comparecer perante o tribunal de Cristo.
Esse termo é de grande importância porque ressalta a iniciativa de Deus e aponta ele como aquele que define para que fomos chamados. Precisamos restaurar ele no nosso vocabulário.
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