Os que abandonam a lei elogiam os ímpios, mas os que a guardam lutam contra eles. Provérbios 28.4 A21.
Tantos volumes de leituras devocionais são superficiais e motivacionais. Querem agradar aos leitores e deixá-los sentindo bem. Não levam em conta que o mal se manifesta nas pessoas e, em especial, nos passivos, nos indecisos, nos insatisfeitos e nos murmuradores. Não foi à toa que, na hora em que Pedro não quis aceitar o anúncio sobre a morte de Jesus, o Senhor chamou seu discípulo de Satanás, Mateus 16.23.
Quando as pessoas não se contentam com a Palavra de Deus, tanto na área doutrinária como na área moral, procuram nos ímpios o seu padrão de conduta. Acabam elogiando os padrões dos ímpios, pois estes prometem liberdade e felicidade. As definições mudam, o mal é chamado de bem, e o bem de mal, Isaías 5.20.
No seu comentário, o irmão E.M. Zerr aplicou este princípio à lei civil, mas certamente aplica-se à lei de Deus, tornando sua observando mais pertinente ainda:
“A segunda cláusula demonstra que é dever dos homens bons não apenas observarem a lei eles mesmos, mas também se oporem a todos os que a desobedecem. (…) nenhum homem [pode] permanecer ‘neutro’ quando a lei está sendo violada, pois todos esses indivíduos tornam-se, eles próprios, transgressores da lei”.
Virou um lugar-comum a frase: “A única coisa necessária para o triunfo do mal é que os homens bons não façam nada”. Mas dificilmente as pessoas chamadas boas deixem de fazer algo; acabam aprovando os ímpios e adotando o ensino e a conduta deles.
Senhor dos Exércitos: usa-me para a luta contra o mal e para opor os ímpios e todos os que não seguem Jesus de todo o coração. Amém.
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