Conversão: mudança de consciência

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No seu artigo, nosso amigo Mike mostra como a conversão muda a consciência, uma quinta mudança à luz da Bíblia:

A conversão é uma mudança de consciência. Quando somos verdadeiramente convertidos a Cristo, nossa consciência se muda de um estado mau a um estado bom perante Deus, ver Tito 1.15-16; 1 Timóteo 1.5; 1 Timóteo 1.18-19; 1 Pedro 3.18-21. Quando nossa consciência está limpa e correta perante Deus, Atos 23.1; Atos 24.14-16, pensaremos coisas corretas, Tito 1.15; Filipenses 4.8-9.

A consciência é a voz interna que nos acusa ou nos justifica ao julgar os nossos atos. Ela pode ser bem informada ou mal informada. Ela precisa ser guiada pela Escritura, pois ela julga conforme as informações que ela tem. Se ela tem informações erradas, não poderá julgar corretamente.

O funcionamento da consciência, portanto, já nos mostra como não somos corretos perante Deus. O fato de precisarmos de um juiz interno demonstra a tendência humana de pecar. A existência da consciência é evidência da nossa pecaminosidade e da nossa necessidade de um Salvador.

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Conversão: mudança de relacionamento

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A conversão tem muitas facetas, como o diamante. Uma quarta faceta da conversão, mencionada pelo amigo Mike, é uma mudança de estado ou de relacionamento:

A conversão é uma mudança de estado e de relacionamento. Quando verdadeiramente convertidos, somos transferidos de um estado perdido a um estado de salvação e assim em relacionamento certo com Deus, Romanos 5.6-10; 2 Coríntios 5.17-19. Não somos mais estranhos, mas co-cidadãos da família de Deus, Efésios 2.19-20. Poderíamos ser o pior marginal ou um órfão sem casa, mas Deus aceita todos que respondem ao seu chamado, Apocalipse 3.20; 22.17. Nenhum pecado é tão grande que Deus não o perdoará, Mateus 9.13; ver Gálatas 1.13; 1 Timóteo 1.12-15.

Fisicamente, é fácil perceber quando atravessamos uma divisa estadual ou fronteira entre nações. Há placas indicadores, ou talvez procedimento documentário, como a imigração. Ou o simples ato de sair pela porta de casa, mudando nosso estado de dentro para fora de casa. Continue lendo “Conversão: mudança de relacionamento”

Conversão: uma mudança de vontades

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Uma terceira faceta da conversão é o ato de decidir seguir e continuar seguindo Cristo. Aquela parte do ser humano representada pelas decisões e escolhas é chamada de vontade.

Mas hoje nosso poder decisório é tão corroído e enfraquecido que ficou confundido. Fala-se frequentemente em termos de “sentir a vontade”, pois as pessoas decidem conforme sentem. As emoções tomam as decisões. Continue lendo “Conversão: uma mudança de vontades”

Conversão: uma troca de amores

Meu amigo texano, Mike Riley, escreveu sobre a conversão. No seu segundo ponto, disse que a conversão é uma mudança de afetos, ou amores:

Quando somos convertidos, verdadeiramente, a Cristo, trocamos nosso amor do pecado pelo amor a Deus. É nessa base que guardamos os seus mandamentos, João 14.15; 1 João 2.3. Demonstramos a conversão dos nossos afetos pelos nossos atos, Tiago 2.14-24; 1 João 3.15-18.

(Para o primeiro ponto de Mike, ver aqui.)

É isso mesmo. Jesus ensinou que não se pode amar dois senhores. No contexto dessa sua fala, no sermão do monte, ele se referia ao dinheiro:

Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.

E Tiago nos lembra da impossibilidade de sermos amigos de Deus e do mundo. “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus” Tiago 4.4.

Deus exige exclusividade no nosso amor. E como Mike lembrou bem, esse amor tem de ser demonstrado nos atos, e não somente da boca pra fora. Continue lendo “Conversão: uma troca de amores”

A fé que move não só montanhas, mas atitudes

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Um amigo meu, o texano Mike Riley, escreveu um artigo sobre a conversão. Ele cita um dicionário de termos bíblicos que a conversão é “uma virada de e virada para”. Faz a pergunta sobre que tipo de virada. Veja seu primeiro ponto:

(1) A conversão é uma mudança de mentalidade — É uma mudança da descrença à fé. Quando Paulo e Silas pregaram o evangelho em Corinto, conseguiram converter Crispo do seu estado da descrença a um estado de fé, Atos 18.8. Assim, por meio do anúncio do poderoso evangelho de Cristo, Romanos 1.16, Crispo foi convencido da verdade de Deus, ficou convicto dessa verdade e foi convertido a ela. (Note também a mesma progressão da conversão em Atos 2.14-41.)

Tudo começa com esta mudança. A fé que não somente aceita a verdade na teoria ou como conceito, mas sua convicção da verdade conduz à mudança de vida. Continue lendo “A fé que move não só montanhas, mas atitudes”