Talvez outro dia mais conveniente?

Quando o apóstolo Paulo falava sobre Jesus ao governador Félix, este viu que teria de mudar a sua vida, pois Paulo falava “acerca da justiça, do domínio próprio e do juízo vindouro” Acts 24.25. O governador sentiu medo diante da verdade. Mas ao invés de mudar de vida para preparar-se para o juízo final, Félix deu a desculpa mais fácil:

“Basta por enquanto! Pode sair. Quando achar conveniente, mandarei chamá-lo de novo” v. 25b

O dia conveniente nunca chegou para Félix, pelo que se sabe.

Amigo e amiga, o dia conveniente chegará para você?

Já vi pessoas sairem do serviço para coisas julgadas importantes, como levar alguém no hospital ou para assistir um jogo de futebol.

Para aquilo que nós queremos fazer, arrumamos tempo, recursos e vontade. E para o que Deus quer, arrumamos?

A paciência de Deus não dura para sempre. Um dia ele retirará de nós a oportunidade de obedecer-lhe.

Não temos garantia do dia de amanhã.

Desprezaremos a bondade de Deus, a oferta do perdão de Cristo, a verdade do Espírito Santo?

Continuaremos em nosso medo, com nossos pecados, levando a nossa vidinha de sempre, enquanto as portas do reino de Deus vão se fechando?

No último dia, não haverá chance de mudança. Não haverá arrependimento. Não haverá salvação para quem não tomou a decisão de seguir Jesus durante a vida na terra.

Não existe o tal purgatório. As orações dos nossos familiares e amigos não terão efeito nenhum. Não há nada que alguém poderá fazer por nós, uma vez que passamos para o Além.

Depende unicamente de mim resolver obedecer ao evangelho e entrar no reino de Deus.

Jesus trouxe a justiça, no perdão dos pecados, pela sua morte na cruz.

O Espírito de Deus habita no discípulo de Cristo para lhe dar o domínio próprio.

Deus Pai tem determinado o dia do juízo vindouro, data essa que somente ele sabe.

Deixaremos que nosso medo nos afaste da salvação eterna? Ficaremos sem decisão hoje para empurrar com a barriga e perder para sempre a nossa chance? Entraremos na eternidade despreparados?

Este despreparo é o que deve nos dar o maior medo de todos. E o amor de Deus por nós é o que deve nos motivar a fazer do momento agora a nossa oportunidade das mais convenientes.

Digo-lhes que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!” 2 Coríntios 6.2b.

Você acredita na vida após a morte?

A pergunta foi postada no site social que é votable. Respondi da seguinte forma:

Com certeza! A maravilha do ser humano parece ser grande demais para ser confinado à brevidade de 70 ou 80 anos. O universo clama por algo maior do que até a imensidão desta existência no tempo e no espaço.

Este clamor é respondido no Livro que declara um propósito por trás da criação, e uma dimensão que se estica, infinitamente, além dos limites da vida entre as galáxias.

A história de Deus segura a nossa atenção e agarra a nossa imaginação. Ela responde a todas as perguntas que a humanidade consegue fazer, numa maneira coerente e completa. Ela supre a nossa necessidade e nos oferece o amor.

A revelação divina afirma que, além da morte, há mais. Uma porta se abriu. Devemos escolher hoje qual o caminho a seguir, pois esta escolha determinará nosso destino eterno.

Deus é bom e grandioso, ele é generoso e amoroso. Ele deseja que sejamos aquela criatura singela que o deseja também.

Sim, há vida após a morte, mas é preciso ouvir a voz daquele que a oferece a cada um de nós.

(Para a postagem original e outras respostas à pergunta, ver aqui.)