Conversão: uma troca de amores

Meu amigo texano, Mike Riley, escreveu sobre a conversão. No seu segundo ponto, disse que a conversão é uma mudança de afetos, ou amores:

Quando somos convertidos, verdadeiramente, a Cristo, trocamos nosso amor do pecado pelo amor a Deus. É nessa base que guardamos os seus mandamentos, João 14.15; 1 João 2.3. Demonstramos a conversão dos nossos afetos pelos nossos atos, Tiago 2.14-24; 1 João 3.15-18.

(Para o primeiro ponto de Mike, ver aqui.)

É isso mesmo. Jesus ensinou que não se pode amar dois senhores. No contexto dessa sua fala, no sermão do monte, ele se referia ao dinheiro:

Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.

E Tiago nos lembra da impossibilidade de sermos amigos de Deus e do mundo. “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus” Tiago 4.4.

Deus exige exclusividade no nosso amor. E como Mike lembrou bem, esse amor tem de ser demonstrado nos atos, e não somente da boca pra fora.

Essa verdade vem lá do princípio e Jesus cita o Antigo Testamento como prova da exclusividade do amor a Deus, quando foi perguntado sobre o maior mandamento de todos:

“Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento”. Este é o primeiro e maior mandamento.

Não existe lugar, portanto, para o mundo, o pecado ou o próprio interesse.

No Novo Testamento, que é a nova aliança entre nós e Deus, em Cristo, existem mandamentos pelos quais expressamos nosso amor a Deus. Alguns são bem específicos. Outros são princípios gerais.

Você conhece quais são os mandamentos de Cristo?

Vamos descobri-los e obedecê-los, para que nosso amor a Deus seja verdadeiro e nossa conversão a Cristo seja genuína.

 

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